terça-feira, 16 de janeiro de 2024

CHEGA a maJESUStosa preleção ou quereis mais?

                               Jorge Jesus, o filósofo... Que é? Não conhecem? Não me digam que nunca leram a sua vasta obra literária, na qual se podem encontrar os best-sellers "Ensaio sobre a chico-espertice" e a "Teoria do meio-cérebro funcional - Como triunfar?", já para não falar nas participações em palestras e workshops para hamsters lobotomizados em que mostra as suas credenciais linguísticas em vários idiomas? Já estão a ver? Não? Então vão ao Tallon! Adiante...
O pensador, que nos últimos tempos estava em retiro nesse país inspirador que é a Arábia Saudita, resolveu visitar a pátria-mãe e, à chegada, impactou quem teve o privilégio de ouvi-lo com reflexões profundas e profusas acerca da insegurança que se sente em Portugal, referindo-se de forma subreptícia à questão da imigração.
Pergunto-me quão diferente está este país em matéria de segurança daquele em que Jesus viveu e, sobretudo, quão mais insegura estará a zona onde cresceu, a Reboleira, que chegou a ser conhecida como a Monte Carlo portuguesa e agora está transformada numa espécie de mini-Islamabad.
Riade aguarda ansiosamente o regresso de um dos seus maiores génios, mesmo que este, tal como os que chegam a Portugal em busca de melhores condições de vida, não seja um filho dessa nação onde a segurança se conquista com atropelos aos direitos humanos.
Torço para que a sua imensa sabedoria continue a ser espalhada pelas areias do deserto saudita, onde as suas ideias poderão ter um eco infinito.                                                                                                    

4 comentários:

  1. Que dizer... "Ái Lave iu!". Só que não. Confesso que me cheguei a divertir com o seu "Jesuês", mas neste momento, o homem só me agonia.

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    1. Compreendes-me. Agora imagina que eras adepta ferrenha de um clube e te impingiam o senhor como treinador. Até emigravas para o Bangladesh

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  2. Respostas
    1. Sabes bem do que estou a falar então. Padeço da mesma doença.

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Se vêm para contestar, fiquem quietinhos e caladinhos. Isto não é minimamente democrático e quem manda aqui sou eu! Por isso, só são permitidos afagamentos de ego, mas com jeitinho! Demasiada fricção deixa-me o pelo eriçado, tipo gato assanhado. Não é bonito!